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Nas �ltimas tr�s d�cadas, muitos pa�ses da Am�rica Latina e Caribe reconheceram a sa�de como um direito humano. Desde o in�cio dos anos 2000, 46 milh�es de pessoas nos pa�ses estudados recebem cobertura de programas de sa�de com direitos expl�citos a atendimento. Essas reformas foram acompanhadas por um aumento do gasto p�blico com sa�de, financiado em grande medida pelas receitas gerais que priorizam ou visam explicitamente a popula��o que n�o tem capacidade de pagamento. O compromisso pol�tico em geral se traduziu em or�amentos maiores e na aprova��o de legisla��o que insula recursos para a sa�de. Muitos pa�ses priorizaram o atendimento de sa�de prim�ria com boa rela��o de custo-benef�cio e adotaram m�todos de pagamento que incentivam a efici�ncia e a presta��o de contas por resultados, proporcionando �s autoridades do setor de sa�de mais poder para induzir os prestadores a cumprirem as prioridades de sa�de p�blica. Apesar do progresso, ainda persistem disparidades no financiamento e na presta��o de servi�os de qualidade entre os subsistemas de sa�de. Cumprir o compromisso da cobertura universal de sa�de exigir� esfor�os concertados para melhorar a gera��o de receitas de formal fiscalmente sustent�vel e aumentar a produtividade em termos de despesas.Em Rumo a uma Cobertura Universal de Sa�de e Equidade na Am�rica Latina e Caribe: Evid�ncia de Pa�ses Selecionados, os autores mostram que a evid�ncia da an�lise de 54 pesquisas domiciliares corrobora que os investimentos para ampliar a cobertura de sa�de est�o gerando resultados. Embora os pobres ainda apresentem resultados de sa�de piores que os riscos, as disparidades diminu�ram consideravelmente -- em particular nos est�gios iniciais da vida. Os pa�ses alcan�aram altos n�veis de cobertura e equidade na utiliza��o de servi�os de sa�de materna e infantil. O quadro tem mais nuan�as e n�o � t�o positivo quando se trata da situa��o de sa�de dos adultos e da preval�ncia de doen�as e condi��es cr�nicas de sa�de. A cobertura para doen�as n�o transmiss�veis n�o � alta e continua a pender mais para os mais abastados. A preval�ncia de doen�as n�o transmiss�veis n�o ocorreu como esperado, tendo em vista a queda na mortalidade; o melhor acesso a servi�os de diagn�sticos entre as pessoas mais riscas pode estar mascarando mudan�as na preval�ncia efetiva.Gastos catastr�ficos com sa�de ca�ram na maior parte dos pa�ses. No entanto, o quadro com respeito � equidade � mais misto e indica limita��es na medi��o. Embora a taxa de empobrecimento em raz�o de gastos com sa�de seja baixa ou em decl�nio, 2 a 4 milh�es de pessoas nos pa�ses estudados ainda ficam abaixo da linha da pobreza em raz�es de gastos com sa�de.Esfor�os de monitoramento sistem�tico da qualidade do atendimento de sa�de na regi�o s�o ainda incipientes. No entanto, a an�lise da literatura revela defici�ncias importantes na qualidade da sa�de, bem como diferen�as substanciais entre os subsistemas. Melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos investimentos em sa�de continuam a ser itens pendentes da agenda.
Nas últimas três décadas, muitos países da América Latina e Caribe reconheceram a saúde como um direito humano. Desde o início dos anos 2000, 46 milhões de pessoas nos países estudados recebem cobertura de programas de saúde com direitos explícitos a atendimento. Essas reformas foram acompanhadas por um aumento do gasto público com saúde, financiado em grande medida pelas receitas gerais que priorizam ou visam explicitamente a população que não tem capacidade de pagamento. O compromisso político em geral se traduziu em orçamentos maiores e na aprovação de legislação que insula recursos para a saúde. Muitos países priorizaram o atendimento de saúde primária com boa relação de custo-benefício e adotaram métodos de pagamento que incentivam a eficiência e a prestação de contas por resultados, proporcionando à s autoridades do setor de saúde mais poder para induzir os prestadores a cumprirem as prioridades de saúde pública. Apesar do progresso, ainda persistem disparidades no financiamento e na prestação de serviços de qualidade entre os subsistemas de saúde. Cumprir o compromisso da cobertura universal de saúde exigirá esforços concertados para melhorar a geração de receitas de formal fiscalmente sustentável e aumentar a produtividade em termos de despesas. Em Rumo a uma Cobertura Universal de Saúde e Equidade na América Latina e Caribe: Evidência de Países Selecionados, os autores mostram que a evidência da análise de 54 pesquisas domiciliares corrobora que os investimentos para ampliar a cobertura de saúde estão gerando resultados. Embora os pobres ainda apresentem resultados de saúde piores que os riscos, as disparidades diminuíram consideravelmente — em particular nos estágios iniciais da vida. Os países alcançaram altos níveis de cobertura e equidade na utilização de serviços de saúde materna e infantil. O quadro tem mais nuanças e não é tão positivo quando se trata da situação de saúde dos adultos e da prevalência de doenças e condições crônicas de saúde. A cobertura para doenças não transmissíveis não é alta e continua a pender mais para os mais abastados. A prevalência de doenças não transmissíveis não ocorreu como esperado, tendo em vista a queda na mortalidade; o melhor acesso a serviços de diagnósticos entre as pessoas mais riscas pode estar mascarando mudanças na prevalência efetiva. Gastos catastróficos com saúde caíram na maior parte dos países. No entanto, o quadro com respeito à equidade é mais misto e indica limitações na medição. Embora a taxa de empobrecimento em razão de gastos com saúde seja baixa ou em declínio, 2 a 4 milhões de pessoas nos países estudados ainda ficam abaixo da linha da pobreza em razões de gastos com saúde. Esforços de monitoramento sistemático da qualidade do atendimento de saúde na região são ainda incipientes. No entanto, a análise da literatura revela deficiências importantes na qualidade da saúde, bem como diferenças substanciais entre os subsistemas. Melhorar a qualidade do atendimento e garantir a sustentabilidade dos investimentos em saúde continuam a ser itens pendentes da agenda.
A continuous state of readiness -- The generic biological threat -- Two regimes of global health -- Real-time biopolitics -- A fragile assemblage -- Diagnosing failure -- Epilogue
Carolina Maria de Jesus (1914-1977), nicknamed Bitita, was a destitute black Brazilian woman born in the rural interior who migrated to the industrial city of Sao Paulo. This is her autobiography, which includes details about her experiences of race relations and sexual intimidation.
The world needs a new economy. In spite of tremendous and growing material prosperity, inequality is on the rise and the current organization of the Earth’s natural resources has failed to address the basic human needs of billions of people. This book exposes the bottlenecks of the present path of economic growth and discusses the main path to alternatives. In spite of undeniable advances, all evidence points towards the growing depletion of the very ecosystems that societies depend on. By placing ethics squarely in the middle of economic life, this book demonstrates the need for a new economy, one that fosters unity between society, nature, economics and ethics. It questions the most important scientific and political pillar that forms the basis for evaluating social resource use: economic growth. Written in a non-specialist language, this book is an introduction to the main issues involving sustainable development. It will be essential reading for both students and professionals working in the field of socio-environmental responsibility.
Presenting the findings of the first large scale study on the social consequences of participation in various forms of adult and lifelong learning, this book investigates the relationships between education and key social concerns such as health.
The hardcover edition of volume 8 was published in 1994. This paperback edition is the eighth and final volume to be published in the UNESCO General History of Africa. Volume 8 examines the period from 1935 to the present, and details the role of African states in the Second World War and the rise of postwar Africa. This is one of the most important books in the entire series, and as such, it is an unabridged paperback.